terça-feira, 9 de setembro de 2008

Fim de semana no teatro.



Domingo passado, dia 07 de setembro, fui ao Citibank Hall, aqui do Rio de Janeiro, para assistir a atriz Zezé Polessa interpretando o monólogo "Não Sou Feliz, Mas Tenho Marido". A peça é um bem humorado ponto de vista a respeito do casamento. O texto é uma adaptação de Zezé Polessa, Maria da Luz e Victor Garcia Peralta do livro homônimo escrito pela jornalista argentina Viviana Gómez Thorpe.
Zezé interpreta a própria Viviana, mulher casada com o mesmo marido há 27 anos. Viviana, realizando um antigo sonho, escreve o livro "Não Sou Feliz, Mas Tenho Marido". A peça se passa durante a entrevista coletiva de lançamento do livro. Bombardeada pelas perguntas dos reporteres, Viviana começa a falar sobre seu casamento. A peça é extremamente engraçada porque, durante a narração das histórias vividas por Viviana ao longo de seus longos 27 anos de casamento, percebemos que todos nós já passamos por situações idênticas. Por isso mesmo, o ideal é assistir acompanhado de seu par. Infelizmente aqui no Rio a peça fez uma curtíssima temporada. Esteve em cartaz nos dias 06 e 07 de setembro, no Citibank Hall. Segundo o site Guia da Semana, o espetáculo está em cartaz no Teatro Renaissance, em São Paulo, até o dia 22 de outubro. Vá assistir! Mas não esqueça de levar o seu marido, esposa, namorado, namorada, companheiro, amante... e divirta-se pra valer!

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

A Lição Final (de Vida).



Imagine você com 46 anos de idade, cheio de energia, na melhor fase de sua vida, feliz na sua vida pessoal e profissional. Nesse cenário quase perfeito você recebe um diagnóstico devastador: Câncer de pâncreas. Como se não bastasse, você é informado pelos médicos que tem de três a seis meses de vida. O que você faria? Como você reagiria? Como você lidaria com essa situação?

Este é o tema do livro que acabei de ler: "A Lição Final". Escrito por Randy Pausch, professor de ciência da computação da Carnegie Mellon University em Pittsburgh, Pennsylvania e auxiliado por seu amigo Jeffrey Zaslow.

Apesar de ter sido escrito por um cara condenado à morte, a história do livro é uma lição de vida. É muito comum nas universidade americanas que se convide grandes mestres para o que eles chamam de "Palestra de Despedida". Nestas ocasiões, os professores procuram transmitir aos alunos toda a sua experiência e sabedoria, como se fosse a última chance para isto. Quando o professor Randy Pausch foi convidado para a sua palestra de despedida, ele já sabia da sua doença. A reação normal de qualquer pessoa seria o desespero, desistir de tudo e cair no mais completo ostracismo. No entanto, ao contrário de todas as previsões, Randy passou a viver intensamente cada minuto de sua vida. Não desistiu de apresentar a sua última palestra. Em vez disto, fez dela a oportunidade de transmitir aos seus alunos e amigos uma mensagem de viverem suas vidas para realizar os seus sonhos. E assim titulou sua palestra: "Realizando seus Sonhos de Infância". Quem se interessar em assitir a palestra do prof. Randy, ela se encontra na íntegra no Youtube: basta clicar aqui.

A mensagem que fica ao final da leitura do livro é que sabemos que a vida é curta. Só não sabemos o quanto é... Randy Pausch descobriu isto da pior maneira possível. Quem de nós nunca se perguntou quanto tempo de vida ainda nos resta? Quando e como morreremos? Não sabemos e é melhor que não sabemos. No entanto, se você soubesse que vai morrer daqui a seis meses, o que você faria? O que Randy quer dizer em seu livro é que, não precisamos saber que morreremos daqui a seis meses para mudarmos nossa vida. Reflita que a vida é preciosa e efêmera. Construa seus sonhos e procure realizá-los. Transmita o amor a todas as pessoas que cruzarem seu caminho. Construa e cultive as amizades. Não se afaste dos seus filhos e das pessoas que te amam. Transmita a sabedoria, combata o egoísmo e agregue valores aos seus atos, às suas falas e às suas atitudes.

A última palestra do prof. Randy Pausch foi realizada, na Universidade Carnegie Mellon, em setembro de 2007. Randy morreu no dia 25 de julho de 2008.

O início.

Resolvi começar a escrever um blog para mim. Quero dizer, para mim e para quem mais tiver paciência de lê-lo. Ainda não defini muito bem qual será a linha de pensamento. Por enquanto, vou escrever o que me vier à cabeça. Pode ser uma opinião, um protesto, um comentário ou somente "papo furado". Sempre tive vontade de começar a escrever um blog. Gosto muito de escrever. Mais do que falar. Alías, considero a escrita a forma mais desinibida de falar e, sem sombra de dúvidas, também é a mais fácil porque, na escrita, você pode voltar e corrigir enquanto que na fala, por mais que você volte e corrija, você já falou e alguém já escutou.
É isso aí amigos! Me desejem boa sorte e voltem sempre para batermos um "papo furado".